Tempo de leitura: 3 minutos
Por Rogerio Ruschel (*)
Perdidas no meio do Oceano Pacífico, cerca de 980 quilometros da terra mais próxima – a costa do Equador – as Ilhas Galápagos foram formadas (e continuam sendo) pelas forças da natureza como vulcões, ventos, chuva e oceanos e abrigam algumas das mais estranhas criaturas do planeta, muitas das quais só existem aqui, como as pré-históricas iguanas-marinhas que vivem em colonias de dezenas de indivíduos, pelas pedras – veja abaixo.
Esta grande diversidade de vida animal “diferenciada” se deve ao isolamento do continente e à presença de quatro correntes oceânicas do Pacífico que se cruzam na região e fazem com que a vida marinha seja extraordinária no mar e muito estranha em terra, como o atobá de patas azuis, abaixo.
Pertencente ao Equador, o Arquipélago de Galápagos (também chamadas de Ilhas Encantadas) é formado por 13 ilhas principais (4 delas habitadas) e outra cerca de 90 pequenas ilhas ou rochedos isolados. Na verdade, como as ilhas vão surgindo a partir de erupções vulcânicas, as mais “velhas” já tem solo fertile plantas, e as mais recentes são apenas lava resfriada (veja abaixo).
Esta é uma das maravilhas de Galápagos: conforme você vai visitando as ilhas, pode acompanhar a evolução do território, das plantas e dos animais.
Navios, é claro, com um bom cardápio de vinhos, porque visitar Galápagos é um roteiro turístico de primeira classe. Lembro até hoje de ter bebido um Chardonnay da vinicola equatoriana Chaupi Estancia Winery, harmonizado com frutos do mar – aliás, frutos do mar que vi quando mergulhei em Galápagos, mas isto é uma história para outro post.
Realmente as ilhas Galápagos são literalmente um espanto, e contribuíram para mudar nosso entendimento sobre a vida na Terra ao inspirarem Charles Darwin em 1831, a poder comprovar uma tese que mais tarde se chamaria de Teoria da Evolução Natural.







