#identidadeterritorial

Indicações geográficas de alimentos e bebidas: um tesouro de € 75 bilhões para a agricultura familiar da Europa

Indicações geográficas de alimentos e bebidas: um tesouro de € 75 bilhões para a agricultura familiar da Europa

7 minutos Por Ana Soeiro, Managing Director da QUALIFICA/ oriGIn PORTUGAL e Vice-Presidente do oriGIn para a Europa; Edição e comentários, Rogerio Ruschel Meu prezado leitor ou leitora, a Comissão Europeia divulgou dia 20 de abril de 2020, em Bruxelas, um relatório sobre o valor das Indicações Geográficas – IG para os países do bloco. Você sabe: IGs são registros de territórios que agregam valor aos produtos daquele território, porque criam diferenciais exclusivos e elevam os preços; por exemplo, Roquefort para queijos, Borgonha para Continue lendo

A evolução do Chianti no coração da Toscana: da tradição do século XII ao prestígio internacional no século XXI

A evolução do Chianti no coração da Toscana: da tradição do século XII ao prestígio internacional no século XXI

4 minutos Por Decanter, editado e comentado por Rogerio Ruschel Meu caro amigo ou amiga, durante a Idade Média, Florença foi a mais poderosa das cidades italianas e epicentro da produção comercial de vinhos – e também das artes e da cultura, como sabemos. No século 14, a República Florentina identificou as colinas entre Florença e Siena como Chianti. Chianti foi a primeira área vinícola delimitada, quando em 1716 o Grão-Duque Cosimo III de Médici criou o que se acredita ser a primeira legislação Continue lendo

Chegou “Tesouros no Fundo do Quintal”, a vitrine digital de produtos com identidade e do turismo com os valores do território

Chegou “Tesouros no Fundo do Quintal”, a vitrine digital de produtos com identidade e do turismo com os valores do território

3 minutos Por Rogerio Ruschel Meu caro amigo ou amiga, produtos que tem uma identidade territorial agregam forte valor econômico ao produto, ao produtor, ao consumidor e ao território. Mas vão além disso: também tem impacto social positivo porque mantém as novas gerações no campo e geram cadeias produtivas de base local mais sustentáveis. Ou seja: valorizar produtos “do lugar”, caipiras, com ou sem uma identidade territorial já formalizada (como Identidade Geográfica ou Denominação de Origem), é tudo de bom. E mais do isso, Continue lendo

Acordo histórico entre União Europeia e China vai proteger  200 Indicações Geográficas de alimentos da agricultura familiar

Acordo histórico entre União Europeia e China vai proteger 200 Indicações Geográficas de alimentos da agricultura familiar

4 minutos Por Rogerio Ruschel Meu caro leitor ou leitora, a cada dia fica mais óbvia a importância de se agregar uma denominação de origem a produtos agroalimentos como forma de diferenciação e valorização em um mercado global de commodities. Tenho reiterado isso aqui no “In Vino Viajas”, no meu livro “O valor Global do Produto local”, da Editora Senac, e em palestras que venho fazendo sobre o tema em geral e sobre o Acordo Mercosul X União Europeia em particular. Aliás, a China Continue lendo

Evento mostra o que só a Bahia tem no campo: produtos de terroir com identidade territorial que conquistam o mundo.

Evento mostra o que só a Bahia tem no campo: produtos de terroir com identidade territorial que conquistam o mundo.

10 minutos Por Georgina Maynart, do jornal Correio, editado por Rogerio Ruschel. Fotos jornal Correio. Meu prezado leitor ou leitora, você sabe o que é que a Bahia tem? Tem tudo isso que nós já conhecemos, mas tem muito mais – inclusive muitos produtos com poderosa identidade territorial e que por causa disso crescem em prestígio, valor e aceleram o desenvolvimento regional. Entre estes tesouros no fundo do quintal baiano estão o cacau cabruca (do sul da Bahia), a cachaça de Abaíra, café verde Continue lendo