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Por Rogerio Ruschel
A revista digital espanhola Vinetur, da qual sou colunista há mais de 10 anos, informou que a Comissão Europeia está preparando planos para 2026 que incluem o investimento de 13 milhões de Euros (cerca de 80 milhões de Reais) para fortalecer a presença internacional de produtos com Denominação de Origem Protegida (DOP). Uma boa parte disso deverá acabar na mídia brasileira, se o acordo Mercosul com a União europeia for mesmo fechado.
A Associação Espanhola de DOPs, Origen España, e a Conferência Espanhola de Conselhos Reguladores do Vinho (CECRV) realizaram uma reunião dia 12 de novembro com a Comissão Europeia em sua Representação na Espanha. O objetivo foi apresentar as necessidades e demandas das Indicações Geográficas (IGs) espanholas e analisar seu futuro dentro do atual contexto político.
De acordo com dados do Eurobarômetro citados durante a reunião, apenas 25% da população reconhece esses selos. Portanto, consideram importante encontrar soluções para melhorar esses números. Também solicitaram uma simplificação do sistema de auxílio europeu para facilitar seu uso efetivo pelo setor.
Foi anunciado também que um Plano de Ação “não legislativo” será lançado um ano depois, em 2027, para promover o reconhecimento dos selos DOP (Denominação de Origem Protegida) e IGP (Indicação Geográfica Protegida). Este plano incluirá medidas como o incentivo às compras públicas de produtos com estes selos, a cooperação com supermercados, a realização de prêmios europeus na área das IGP e o reforço do combate à fraude.
E no Brasil, o quanto a população conhece sobre Indicações Geográficas?
Para acessar minha coluna na Vinetur: https://www.vinetur.com/rogerio-ruschel